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[videoscopia] benjamin button

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Ontem. Cinema cheio, público adulto, atento, silencioso, sem brilhos de telemóvel na plateia. O cinema como eu dele gosto e que já se vai tornando raro. Do filme, uma história deliciosa, original, que se recomenda.

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[videoscopia] medicina em série(s)

Acordámos para o mediatismo da medicina com o ER (ou emergency room, ou serviço de urgência, como lhe queiram chamar). Seguiram-se outras, algumas delas razoáveis, outras piores ainda. Desde uma anatomia de grey geminada com telenovelas mexicanas em que a medicina é um disfarce para historietas de amor/desamor, até a inenarrável clínica privada, filha da outra mas sem nexo nenhum, até filhas menores e outros rebentos bichosos.

O emergency room tem uma qualidade técnica assinalável. Tudo o que se vê, tem rigor científico. As histórias paralelas, melhores ou piores, são apenas adornos para os problemas médicos e isso agrada-me. Mas hoje em dia, ao ver um episódio, tenho uma dificuldade imensa para me identificar com as personagens. Dou comigo a pensar quem é este? eu nunca tinha visto este tipo. Fazem-me falta o Carter, o Mark, a Susan e todos os outros que foram abandonando o barco nos últimos anos.

Mas a minha série, a minha predilecção médico-televisiva, há-de ser sempre o Scrubs. Não tem pretensões a ser rigorosa, não tem esse objectivo (caramba, há 8 anos que o raio x de tórax do genérico está ao contrário e ninguém se importa). Mas faz-me rir. E faz-me chorar. E faz-me querer ser o JD todas as vezes que entro no hospital. E tem coisas tão parecidas com a realidade e que são tão características da vida num hospital. A rivalidade/irmandade medicina-cirurgia. A dicotomia tutor-com-ar-de-mau-mas-que-afinal-é-bom contrastando com o chefe-que-parece-bom-mas-afinal-é-uma-besta. Aquela pessoa no hospital que me odeia sem nunca termos percebido porquê (no meu caso é o pessoal do arquivo). Está lá tudo. Retrata de uma maneira light toda a fauna que num hospital habita. Ah… e o Zach Braff é o melhor actor do mundo.

Deixo-vos 2 vídeos. O primeiro pertence ao meu episódio preferido My Musical, em que, como o nome indica, tudo é transformado em ambiente de musical. O segundo vídeo são alguns dos melhores momentos da série.

We’re as close as the vena cava and the aorta, We’re best friends just like amoxicillin and clavulanic acid

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[videoscopia] hurt

O que eu queria ser quando fosse grande… o que eu queria mesmo ser, assim sem tirar nem pôr, com a camisa negra e a guitarra, com a voz já gasta, com a vida assim vivida, o que eu queria mesmo, mesmo ser era ser o Johnny Cash.

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[momento prozac] arroz doce

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Arroz, açúcar, leite, ovos, casca de limão, pau de canela, vagem de baunilha, sal. O meu primeiro arroz doce. E sim, ficou muito razoável. Muito razoavelzinho.

Tudo feito com muito carinho com banda sonora original de Tiago Bettencourt e Carlos Paião. Um mimo de recordações e doçura.

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[videoscopia] alice

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Vi-o ontem finalmente, numa tarde de preguiça em casa. Um bom filme que nos mostra uma Lisboa diferente, mais escura, mais sombria. Uma Lisboa apesar de tudo fotogénica. Mas o que me ficou foi a banda sonora de Bernardo Sassetti. Perfeita.

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[videoscopia] don’t vote… é já amanhã

Campanha de Obama. Brilhante, no mínimo.

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